Dos critérios de aceite aos casos de teste
Uso o Claude para transformar critérios de aceite em cenários prontos para automatizar, incluindo os casos de borda que passam despercebidos.
QA Automation Engineer. Moro no Brasil e estou aberto a trazer confiança para times de qualquer lugar do mundo.
Software quebra. Eu construo as suítes de teste que trazem consistência, para os times fazerem grandes mudanças com confiança.
Cinco anos em automação de testes, a maior parte deles cuidando da cobertura de testes de uma plataforma fintech americana com certificação SOC 2, no mercado de venda de dívidas: três sistemas em produção, quase 3.000 testes automatizados e as pipelines que rodavam todos os dias.
Cheguei ao QA vindo de web design e desenvolvimento, então leio uma interface como um designer e um código como um desenvolvedor. A IA faz parte do meu trabalho todos os dias, e trato o que ela produz como trato qualquer código: algo para testar antes de confiar.
A IA acelera cada etapa dos meus testes. A palavra final é sempre minha.
Automação de testes moderna não é só escrever código de teste. É decidir no que confiar quando as máquinas constroem junto com a gente.
Uso o Claude para transformar critérios de aceite em cenários prontos para automatizar, incluindo os casos de borda que passam despercebidos.
Todo caso de teste gerado por IA é conferido com os requisitos reais, e é assim também que encontro lacunas de cobertura.
Claude Code junto com o Playwright, usando o Playwright MCP para controlar o navegador. Reviso e assumo cada linha que ele escreve.
A IA lê os logs de falha comigo para chegar mais rápido à causa raiz e depois ajuda a redigir relatórios de bugs claros.
O que eu construo para testes e para quem testa.
Um dashboard para execuções de Cypress e Playwright
Um dashboard de relatórios de teste para Cypress e Playwright. Ele lê os resultados direto do CI e guarda o histórico de cada execução, para o time ver o que precisa de atenção depois de cada uma, e não só o que passou e o que falhou.
Um site de vagas feito para ser testado
Um site de vagas fictício que criei como alvo de prática para quem testa software. Candidatos se inscrevem em vagas, empresas movem candidatos num quadro kanban e uma pequena loja de cursos tem carrinho, cupons e checkout. Parte dele falha de propósito.
| Item | Valor | Observação |
|---|---|---|
| Ação de admin (500) | 35% | resposta em 2,5–4 s |
| Checkout (502) | 15% |
4xx erros do cliente 5xx erros do servidor
O Vagalume é o alvo. Em seguida vêm as suítes de teste que rodam contra ele, cada uma no seu próprio repositório público, para você ver os testes pegando as falhas que o Vagalume provoca de propósito. Novas versões do Vagalume vão continuar trazendo coisas para testar.
Suíte Cypress para o Vagalume
Testes de UI e de API escritos em Cypress.
Suíte Playwright para o Vagalume
Testes de UI e de API escritos em Playwright, com cenários próprios.
Suíte REST Assured para o Vagalume
Testes de API em Java, guiados pelo contrato OpenAPI.
Mudanças em toda a plataforma que a suíte de testes ajudou o produto a atravessar.
Toda a camada de API foi substituída. A suíte E2E foi a rede de segurança que confirmou que cada fluxo continuava funcionando igual para o usuário.
Ajudei a desenhar os componentes e mantive a suíte de regressão verde enquanto todas as telas migravam para eles.
Refiz o login em toda a suíte para os testes continuarem rodando contra o provedor de identidade real.
Uma mudança visual que afetou todas as páginas. Combinei verificações automatizadas com revisões de design para pegar problemas de contraste e de layout.
300 Softwares, alocado em uma plataforma fintech americana
Cuidei da automação de testes de três sistemas em produção numa plataforma fintech com SOC 2, da estratégia de testes às pipelines diárias de CI, com IA integrada ao fluxo de trabalho.
Desenvolvi aplicações web e sites em WordPress, do Figma ao código, com JavaScript no front-end, e fiz os testes funcionais que acabaram virando minha profissão.
Conduzi projetos em WordPress para clientes e fiz auditorias de qualidade de interface.
Independente; fotojornalista esportivo do Metro e da ESPN Brasil
Foi aí que treinei meu olhar para os detalhes. Nesses anos, também fui convidado para dar várias palestras.
Fotógrafo principal do livro O Atleticano Vai ao Paraíso, de Fred Melo Paiva Comprar